Come break me down!
Bury me, bury me!
I am finished with you!
Look in my eyes!
You’re killing me, killing me!
All I wanted was you!

I tried to be someone else
But nothing seemed to change
I know now, this is who I really am inside!
Finally found myself!
Fighting for a chance I know now,
This is who I really Am!

Come break me down!

Bury me, bury me!

I am finished with you!

Look in my eyes!

You’re killing me, killing me!

All I wanted was you!



I tried to be someone else

But nothing seemed to change

I know now, this is who I really am inside!

Finally found myself!

Fighting for a chance I know now,

This is who I really Am!

 O maior dom do ser humano é a IMAGINAÇÃO… Poder sonhar, viajar em idéias, criar um mundo onde você é o rei, ou simplesmente escolher seu futuro, imaginar como ele vai ser…
 Há pessoas que tem esse dom, mas não sabem desenvolve-lo, elas tem a tristeza de não poder sonhar, ficam decepcionadas e tristes, mas logo esquecem, pois sabem que o mundo é simples, não há magia.
 Há também pessoas que desenvolvem demais esse dom. Pessoas que criam expectativas, esperanças, pessoas que acreditam que tudo é fácil, assim como em um sonho. Mas a queda é grande, machuca, despedaça… A pessoa simplesmente diz que não vai mais se prender a sonhos inúteis… Mas isso não dura…
 O que você é? Sonhador ou cético? 
 Eu sonho, me machuco, mas nunca, nunca mesmo quero esquecer meus sonhos… Eles são as minhas esperanças…

O maior dom do ser humano é a IMAGINAÇÃO… Poder sonhar, viajar em idéias, criar um mundo onde você é o rei, ou simplesmente escolher seu futuro, imaginar como ele vai ser…

Há pessoas que tem esse dom, mas não sabem desenvolve-lo, elas tem a tristeza de não poder sonhar, ficam decepcionadas e tristes, mas logo esquecem, pois sabem que o mundo é simples, não há magia.

Há também pessoas que desenvolvem demais esse dom. Pessoas que criam expectativas, esperanças, pessoas que acreditam que tudo é fácil, assim como em um sonho. Mas a queda é grande, machuca, despedaça… A pessoa simplesmente diz que não vai mais se prender a sonhos inúteis… Mas isso não dura…

O que você é? Sonhador ou cético? 

Eu sonho, me machuco, mas nunca, nunca mesmo quero esquecer meus sonhos… Eles são as minhas esperanças…

andreolifelipe:

Olê olê olê olá, Senna, Senna…

Faz muito tempo que não escrevo aqui. Acho que estava ( sem eu mesmo saber ) procurando escrever algo que realmente mexesse comigo, creio que chegou a hora.

Ontem aluguei o documentário sobre o mito Ayrton Senna, tri mundial na F-1. O documentário relata a história de maneira bem seimples e tradicional. Em ordem cronológica e com depoimentos de pessoas que fizeram parte da vida de Senna ( as pessoas não aparecem, só imagens de Senna enquanto elas falam ). Simples e genial, como era Ayrton.

Me lembro quando o Senna morreu. Assistia à corrida ao vivo com meu pai e meu irmão, e meu pai adorava fazer aquela brincadeirinha de humor negro: toda vez que algum piloto batia, não importa qual tipo de batida ele falava: Ih, morreu!

Na batida de Senna não foi diferente, mas na hora que vimos que o negócio era sério, a brincadeira acabou. Eu sempre fui metido a rebelde, do contra, e na F-1 não era diferente. No duelo Senna x Piquet eu sempre fui mais Piquet. Achava-o mais irreverente, desbocado, falava o que queria, já o Senna era mais coxinha, mais almofadinha.

Soubemos da confirmação da morte enquanto enquanto almoçávamos numa cantina italiana. Quando o garçom falou não esbocei nenhuma reação. Continuei comendo meu espaguete. Ao chegarmos em casa ligamos no Fantástico e lá estava a abertura do programa com imagens de Ayrton. Caí num choro descontrolado, meu irmão mais novo achou que eu estava encenando, e tirou minhas mãos do rosto, ao ver que eu chorava de verdade chorou loucamente também.

Ontem revendo as conquistas de Senna no filme senti novamente o quão ele era importante num país que vivia das alegrias do esporte. No futebol, vivíamos umas fila de 24 anos sem vencer a Copa, e nos outros esportes ninguém dava a emoção que Ayrton nos trazia nas manhãs de domingo.

Ontem, chorei de novo. Não foi aquele choro descontrolado, mas aquele que as lágrimas caem quase involuntariamente, sem piscar, sem soluçar, só lágrimas. Chorei ao rever a emoção de Senna - que berrava desvairadamente - ao vencer o GP do Brasil em 91, só com a sexta marcha. Não consegui se mexer ao fim da prova, só teve forças pra levantar o troféu.

Chorei novamente ao rever sua morte ( que não canso de me indignar e ter certeza que poderia ser evitada, que aquela corrida não deveria acontecer! ) a tristeza do mundo da F-1 e a comoção no Brasil na chegada de seu corpo. O Brasil foi às ruas para reverenciar Ayrton Senna, um cara que corria pra vencer pelo Brasil, não pela grana, não pela vaidade. Ayrton só queria ganhar, nada mais.

Uma mulher fala: no Brasil a gente só tem corrupção, pobreza e alegria. Agora a alegria se foi… E dá-lhe lágrimas.

Concluí que Ayrton foi o maior ídolo do Brasil. Não tem pra Pelé, nem pra ninguém. Não sei se isso tem a ver com sua morte prematura ( aos 34 anos ), - talvez - mas nenhum atleta pode ser comparado à Senna e a admiração que ele sempre terá dos brasileiros.

Os esportistas, em nosso imaginário, são os nossos super-heróis da vida real, os X-Men que tem super poderes com a bola, com a raquete ou ao volante. E Senna foi o mais poderoso de todos, o mais amado tabém.

Não sei se a vida adulta me fez perder o encanto pelos esportistas, mas nem de longe temos atletas como, um dia, foi o Senna. Hoje eles querem sim ganhar, mas primeiro o dinheiro, ver o lado deles, querem ser amados, mas entram pela por dos fundos, para não serem “incomodados” pelos “fãs”. Os atletas querem a torcida bem longe, lá na arquibancada. Nada de torcedor erguendo os ídolos nos ombros como foi com Senna em sua vitória no GP Brasil de 93. Talvez esses novos “ídolos” realmente não mereçam ser erguidos nos ombros por ninguém.

Ole ole ole ola, Senna, Senna,

Felipe

PS: Pra fazer justiça, quem sabe nossas seleçoes de vôlei e Cielo, façam jus aos aplausos da torcida.