-“Sugoi”[1]!!! Esse é o Japão?
-Se acalme Débora, ainda estamos no aeroporto!
- Eu sei Jéssy! Não se importa se eu te chamar assim né? Enfim, é meu sonho! E agora se tornou realidade!
-Tudo bem Débora! Vamos pegar as malas, e depois que você por os pés La fora, você vai poder gritar “Sugoi”, porque vamos estar realmente no Japão ta?
-Ta bom, sua estraga prazeres! Ah! E quem o gatinho ao do seu lado? Vocês se conhecem?
Débora e Jéssica riram da expressão confusa de Ryusaki quando foi comparado a um gato.
-Bem, Ryusaki-kun, no Brasil, quando achamos alguém bonito, dizemos que ele é um gato, seria o mesmo que te chamar de kawaii, não é Debora?
-Uhum!
-E Débora, esse é Akira Ryusaki, ele..
-Tudo bem Jéssica-chan! Eu vou me apresentar formalmente quando encontrarmos os outros, por agora, Débora-sama, sou só mais um colega de classe!
-Tudo bem… Você quem sabe Ryusaki-kun! Vamos pegar as malas?
****************************************************************************
Os três jovens seguiram até a saída, onde encontraram um ônibus com uma placa em inglês: “Studs Yaksha, by here, plis!”. Eles foram na direção do ônibus. Chegando lá encontraram mais alguns estudantes já acomodados em suas poltronas. Os três guardaram a bagagem no porta malas com a ajuda do motorista e então entraram no ônibus.
Jéssica escolheu o primeiro conjunto de poltronas, mas Ryusaki puxou seu braço delicadamente para o fundo do ônibus.
-Se importa de sentar comigo novamente?
-A-ah… Não, claro que não!
Ryusaki sorriu alegremente, dando espaço para que ela sentasse na poltrona da janela. Logo atrás veio Débora, sentando na cadeira da frente. Ryusaki foi até o motorista discutir a hora da saída do ônibus
-Nossa! Parece que o bonitão gostou de você!
Jéssica olhou pra cima e viu Débora apoiada na poltrona da frente a encarando com um sorriso curioso e animado.
-Não é isso sua boba, ele só esta sendo gentil!
-Ele não me engana, esse jeito educadinho! Ele quer alguma coisa! Vê se fica esperta ta? Seja uma garota difícil!
Jéssica encarou sarcasticamente Débora que escondeu o riso, já que Ryusaki estava de volta.
-Vamos sair logo, só resta uma pessoa chegar.
-Ok!
-Ok!
Débora e Jéssica disseram juntas, um pouco nervosas, tentando disfarçar o assunto anterior. Ryusaki fez uma expressão confusa, mas ignorou. Alguns minutos depois, o ônibus saiu.
Ryusaki foi até a frente do ônibus:
-“Minna-sama[3]! Muito prazer! Meu nome é Akira Ryuzaki! Sou sobrinho de Inuke Raito, o dono da empresa Yuksha, e cabeça por trás deste projeto. Estamos agora indo para o Instituto Yaksha de Estudos de Engenharia, será onde vocês trabalharão, estudarão e viverão pelos próximos 6 anos de estudos e mais 4 anos de trabalho na empresa!
“Eu estarei explicando melhor o projeto na semana que vem, depois que estiverem acomodados e as aulas comecem. Por agora, responderei as perguntas referentes ao Instituto e sobre a estadia de todos. Ah! E eu também serei um estudante do Instituto, assim como vocês!
“Alguma pergunta? Não? Tudo bem, estarei no fundo do ônibus se precisarem, vou entregar para vocês o manual de regras do Instituto. Duvidas, só me perguntar!”
Depois do trabalho feito Ryusaki se sentou ao lado de Jéssica, entregando a ela por ultimo seu manual. Percebendo que tanto ela como Débora-sama estavam distraídas olhando pelas janelas, vidradas e animadas com tudo que viam ele sorriu e admirou o rosto queimado levemente pelo sol forte Brasileiro.
-Vocês realmente gostam daqui não é?
-É claro! Estar aqui era meu sonho!
-É claro! Estar aqui era meu sonho!
Débora se apoiou novamente na poltrona, olhando para Jéssica assustada, já que as duas disseram as mesmas palavras juntas. Ryusaki, pegou seu notebook da mochila e o abriu, deixando em cima de seu colo. Começou a buscar alguma coisa no computador.
-Mas, por que vocês gostam tanto desse lugar? É só um pais como qualquer outro! Pra falar a verdade o Brasil é muito mais bonito! Tive tempo só de visitar as praias e o campo paulistas, mas devo dizer que nunca vi nada tão lindo!
As garotas olharam para Ryusaki que encarava-as de volta, revezando entre o olhar de cada uma.
-É pela história…
-Pela cultura…
-Pela atmosfera, é como se você vivesse em uma época diferente!
-O Japão é a Terra do Sol nascente! O lugar onde tudo pode acontecer!
As garotas revezaram as respostas, sendo que a ultima foi de Jéssica. As respostas deixaram Ryusaki curioso, e um tanto confuso.
-Como assim Jéssica-chan? Tudo pode acontecer?
-Uhum! Aqui vampiros são reais, shinigamis, yokais, deuses, anjos e demônios! Aqui no Japão, todos seus sonhos são possíveis!
Os olhos de Jéssica brilhavam enquanto ela falava, e virava seu rosto novamente para a janela.
-Fico honrado por seus sentimentos a respeito de meu pais! A forma de vocês falarem é realmente gratificante! Fico feliz sabendo que essa é visão que o exterior tem a nosso respeito!
As garotas sorriram para Ryusaki que sorriu de volta, e depois voltaram seus olhares para a janela novamente. Então Ryusaki voltou ao seu trabalho no computador. Minutos depois estavam em seu destino. A Empresa Japonesa Yaksha.
Seu prédio era grande, um verdadeiro campus de faculdade. O campus estava vazio quando todos desceram do ônibus e pegaram suas malas. Ryusaki foi na frente guiando todos até os dormitórios.
-Aqui é onde vamos ficar, minna-sama! É uma pequena vila, naquele mural estão os nomes e quartos de cada um, hoje o jantar será servido as 8, são 16 horas agora, um chá será servido aqueles que desejarem as 17:30! Sintam-se a vontade!
Ryusaki se dirigiu até Jéssica, que estava de olho em suas coisas. Pegou sua mochila, e pediu licensa.
-Ei, Jessy-chan, ele realmente gosta de você!
As duas sorriram e foram ver onde cada uma ficaria. Os quartos eram individuais, mas Débora ficaria no quarto ao lado do de Jéssica.
Ao entrar no cômodo Jéssica notou o quão grande podia ser. Uma cama de casal realmente confortável, um closet separado, um banheiro pequeno, com um chuveiro baixo. Uma mini-geladeira e uma mesa perto de uma pequena pia, separado por um balcão da área do quarto. Jéssica levou as malas até o closet e abriu algumas, procurando uma muda de roupas e sua toalha para tomar um banho antes de poder deitar um pouco.
Depois da procura encontrou um shorts cinza e uma bata branca bem confortáveis. Pegou sua toalha roxa e se dirigiu ao pequeno banheiro.
Enquanto tomava banho escutou batidas na porta do quarto. Rapidamente tirou o sabão que tinha no rosto e desligou o chuveiro.
- Só um minuto!
Gritou com a porta e saiu correndo banheiro, se secou e se trocou rapidamente. Então foi em direção a porta, quando abriu, Ryusaki estava parado de cabeça baixa com os cabelos lisos e escuros caindo sobre o rosto.
Quando ele levantou o olhar e viu a garota parada ali ele sorriu. Jéssica ficou um pouco surpresa com a visita. E ficou vermelha quando ele começou a rir.
-Nademonai![6] Só acho que seu cabelo esta engraçado, e sua blusa esta pelo avesso!
Jéssica passou as mãos pelos cabelos bagunçados e olhou pra baixo vendo sua blusa pelo avesso.
-Entre, espere aqui enquanto eu arrumo isso!
Ryusaki entrou e seguiu Jéssica até a cama onde ela pediu que ele se sentasse, e depois foi ao banheiro arrumar a blusa. Depois foi até suas malas encontrar um pente para desembaraçar os nós em sua cabeça.
-Então, Ryusaki-kun, o que desejas?
Jéssica encarou o garoto reparando em seu olhar pela primeira vez desde que o vira no avião. Seu olhar era penetrante, questionador, e seus olhos eram cobertos de olheiras. Combinando com o cabelo comprido e bagunçado e a pele pálida, Jéssica não pode deixar de compara-lo com o personagem “L” do maga e anime Death Note[7].
-Me duz Ryusaki, já te chamaram de “L” alguma vez?
-Já sim, não só pelo físico parecido, mas também pela personalidade. Amo coisas doces!
-Hum! Interessante! Então já sei que não posso jogar xadrez com você! –Jéssica sorriu, e se sentou na cama, afastada de Ryusaki, - Mas, me diz, aconteceu algo?
-Bem, não exatamente, só gostaria de saber se esta bem, se esta bem acomodada! E também se falta algo! Por que se você precisar, eu posso providenciar mudanças! Até mesmo lhe colocar em um quarto mais confortável!
-Relaxa! Eu estou bem Rysaki-kun! Estou ótima!O quarto é maravilhoso1 Muito obrigado!
-Bem… Se é assim, eu vou deixar você descansar, estarei no quartoem frente, se precisar de alguma coisa. –Ryusaki disse enquanto se levantava e ia em direção a porta.
-Você também vai ficar aqui? Pensei que ficaria na sua casa!
-Bem, o internato aqui é obrigatório! E isso me inclui. Bom, estou indo. Desculpe o incomodo!
Depois que Ryusaki saiu Jéssica se jogou na cama confortável e fechou os olhos.
“Finalmente estou no Japão! Agora meus sonhos vão começar a acontecer!”
****************************************************************************
Já havia algumas horas desde que Jéssica esperava no Aeroporto de Guarulhos em São Paulo, seu voo estava atrasado, até demais, uma tempestade à impedia de pegar o avião para o Japão, onde havia conseguido uma bolsa de estudos para Engenharia de Sistemas.
Insatisfeita com atraso a garota branca de cabelos castanhos e ondulados foi até o balcão de informações para saber algo do seu avião. A recepcionista com voz de aero moça lhe respondeu:
Me desculpe, mas enquanto a tempestade não acalmar, o avião não pode partir. Me desculpe!
-Ah… Ok!
Jéssica voltou a sentar em uma das poltronas reservadas, e tirou um livro da mochila. Um romance em japonês que ela estava lendo para ajudar com o seu japonês.
Depois de um tempo lendo, a garota pequena acabou pegando no sono. E aparentemente, não era um sonho bom.
****************************************************************************
-Ei! Garota! Acorda! É perigoso dormir assim e deixar suas coisas desprotegidas! “Lol”! Vai com calma, só estava ajudando!
Jéssica levantou assustada e dando socos no ar, quase atingindo a garota alta de cabelos vermelhos que a acordou.
-Desculpe, é que o sonho não estava muito bom.
-Tudo bem! Mas cuidado! É bom olhar pra ver se não pegaram nada ein?
-Verdade!
-Ah! Muito prazer, meu nome é Débora!
Jéssica olhava suas bolsas, e vendo que estava tudo bem olhou pro lado e viu Débora com um sorriso e a mãe estendida.
-Prazer, eu sou Jéssica!
-Você não parece muito bem, tá tudo ok?
-Ah, obrigada, eu estou bem, mas estou aqui já vai fazer 3 horas, meu voo atrasou! Vou pro Japão e você?
-“Epa”! Também estou indo pra lá! Consegui uma bolsa de estudos de Engenharia de um projeto de uma empresa “japa”!
-Pela Yaksha? Legal! Eu também!
-Sério? Eu vou fazer Engenharia Mecatrônica! Amo robótica! E você?
-Bem, eu vou pra fazer Engenharia de Sistemas! Amo computadores!
As duas garotas riram levemente.
-“Por favor, senhores passageiros do avião com destino ao Japão-Tóquio para as 13 horas, dirijam-se para o portão 2! O Avião sairá em 20 minutos! Repetindo: Por favor, senhores passageiros do avião com destino ao Japão-Tóquio para as 13 horas…”
-É nosso avião!
-Aleluia! Agora posse até pensar sobre a existência de Deus!
Débora e Jéssica se dirigiram até o chek-in, e depois até o portão de saída para o avião.
-Minha cadeira é a 78 e a sua? – Débora perguntou a outra garota.
-Pena, vamos ficar um pouco longe, a minha é a 56!
-Tudo bem, a gente se vê depois! Até mais!
-Até!
Jéssica guardou as bolsas no porta bagagens em c0ima da cadeira, e deixou somente sua mochila perto. Tirou o mesmo livro de antes da bolsa, e se sentou colocando o sinto.
Alguns minutos depois um garoto japonês sentou ao seu lado, Jéssica reparou porque o achou muito diferente, ele vinha com uma camisa preta com alguns botões abertos, o cabelo de comprimento médio meio no rosto e levava apenas uma mochila preta que colocou no porta bagagens de cima, deixando apenas um notebook, um celular e o fone em baixo.
Depois de se sentar o garoto deixou o computador em seu colo aberto, e abaixou a cabeça por alguns instantes, Jéssica imaginou que ele estivesse cochilando, então voltou ao seu romance.
-Livro interessante o seu! Um sucesso no Japão nesse momento, ele é tão bom assim quanto as críticas dizem?
Jéssica olhou surpresa pro lado de onde vinha voz doce e marcante do garoto japonês, ela ficou encarando o sorriso educado do garoto por uns instantes antes de tentar responder a pergunta.
-S-si-sim! É interessante, a história de uma garota sem objetivos que encontra algo novo em mundo desconhecido. É uma história interessante! Mas…
O garoto esperou pela continuação de Jéssica, e então percebeu sua confusão, afinal ele ainda não tinha se apresentado. Quando notou sua falta de educação deu um sorriso largo, mostrando os dentes caninos sobressalentes.
-“Gome[1]”! Não me apresentei, Sou Akira Ryusaki!
Jéssica imitou o gesto do garoto e abaixou a cabeça como forma de respeito, como os japoneses fazem.
-Esta tudo bem Akira-sama! Me chamo Miranda Jéssica!
Ela disse isso rindo, achando graça na forma como seu nome ficou engraçado dito em primeiro o sobrenome, como os japoneses fazem. O garoto a olhou confuso, sem entender o motivo dos risos.
-Gome-ne Akira-sama, é que a forma como meu nome soou foi engraçado! Pode me chamar só de Jéssica!
-Hum.. Entendo, aqui vocês dizem o sobrenome depois do nome[2]! Bem, não me chame de Akira-sama, Imagino que tenhamos a mesma idade, é estranho! Pode me chamar de Ryusaki!
-Tudo bem, Ryusaki-kun!
-Bem, imagino que você esteja indo para Tókyo por que recebeu uma bolsa de estudos para Engenharia de.. Deixe-me ver, Engenharia de Sistemas se não estou enganado, não é?
Novamente Jéssica o olhou surpresa, mas desta vez com um pouco de medo nos olhos.
-C-co-como sabe disso?
-Se acalme, eu sou responsável por receber os novos alunos, fui eu quem comprou as passagens e cuidou dos registros de todos os bolsistas! Sou Akira Ryusaki, sobrinho de Inuke Raito, dono da empresa que lhes concedeu a bolsa, e também vou estar presente no projeto, sou um dos estudantes!
-Nossa! Você veio pessoalmente ao Brasil, só pra acompanhar esse projeto?
-Sim, meu tio é bem atencioso, e gostei da atitude, ele mesmo não veio por ter de cuidar dos negócios. Então me voluntariei para vir! Já que seremos todos colegas pelos próximos 4 anos antes de nossas classes se separarem!
-”Senhores passageiros, por favor, sentem-se em seus lugares, guardem as bolsas, desliguem os celulares e coloquem os cintos! Pois o avião vai decolar! Em casos de emergências mascaras de oxigênio irão cair sobre a cabeça de vocês, mantenham a calma e boa viagem!”.
-Bem, parece que agora vamos ficar 12 horas um ao lado do outro, e na opinião, a viagem vai ser maravilhosa!
Ryusaki sorria para Jéssica de uma forma que a deixou um pouco vermelha.
****************************************************************************
Bem, o título da minha história é Yume, acho que já perceberam… Eu realmente acho um título interessante, e reflete um pouco sobre mim… Quando escolhi esse título, não me referi ao nome Yume, como podem estar imaginando, mas sim a palavra YUME! Seu significado é SONHO…. Yume é a palavra japonesa para sonho, e achei que ia remeter bem minha personalidade, já que sou uma pessoa viajada que vive no mundo da lua ^_^ Vocês, leitores, podem tirar do título suas próprias idéias…
Quero mostrar neste titulo meus sonhos..
Olaaa minna! Tem um tempo que não piblico nada… Sonna.. Muitas coisas aconteceram… Bem.. Eu sei que nao existem muitas pessoas que leem oq eu escrevo aqui.. Mas estava pensando em publicar um pouco das hostorias que escrevo… Se eu tiver só um “like” eu posto o proximo capitulo.. E vai ser sempre assim a partir de agora.. Vou dar o maximo de mim minna!
Esse é o meu amor que me acordou às seis da manhã cantando parabéns pra você! Kkkk (Publicado com o Instagram)
:P (Publicado com o Instagram)
•.• (Publicado com o Instagram)
*-* (Publicado com o Instagram)

Sonhar era a forma que eu via para ser melhor… Talvez a imagem de um personagem de anime ou mangá, que vivem suas aventuras e lutam por algo bom.. A emoção de fazer a diferença na vida de alguém… Talvez isso tudo tenha me enfeitiçado…
Mas depois de viver minha maior aventura.. Largar tudo.. O mundo que eu conhecia.. Onde eu era a garota esquisita que deixava todos bravos por falar aquilo que realmente achava.. Que levava suas amizades a fundo.. Com tanta ingenuidade que alguns consideram ser falso….
Agora viver num outro mundo… Onde os sonhos que me transformavam em um personagem principal de uma das minhas histórias.. Esse mundo… Esse mundo põe por terra aquilo que eu era antes…
Sinto as coisas girando ao meu redor no ritmo de uma música…
Acho que é hora de entender que super heróis não existem… É hora de crescer e entender que se eu não viver a vida real… E parar de viajar em sonhos infantis… Minha vida vai passar pela minha frente sem que eu veja… Sem que eu tenha desfrutado de minhas decisões…
Afinal.. A vida não é um sonho onde eu possa mudar alguns detalhes e deixar a história melhor pra mim….

Hehe
Publicado com o Instagram
Me disseram uma vez que nós é que fazemos nossa vida e decidimos exatamente o que vai acontecer, errado! Assim como lindo marido disse, é a vida que vive a gente! Existem situações que você tem que pensar rápido e decidir qual consequência é mais aturável pra você! Fazer escolhas nem sempre é fácil, e sempre tem consequências boas e ruins..






